quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Sertão Encarnado: Mais de mil pessoas já passaram pela exposição



Mais de mil visitantes já passaram pela exposição "Sertão Encarnado", instalada no Museu do Morro da Caixa D´água Velha desde o dia 20 de agosto. A exposição, que presta homenagem aos 80 anos de nascimento do escritor João Guimarães Rosa, reúne obras do autor e de outros três escritores cujas obras tiveram o sertão como tema: Graciliano Ramos, Afonso Arinos e Euclides da Cunha. Além de livros, 36 totens trazem trechos das obras dos autores, num trabalho do designer Flávio Vignoli, com ilustrações de Roberto Luiz Marques. Bordados que retratam o cotidiano do homem do sertão e objetos relacionados ao seu trabalho também fazem parte da exposição.


Por se tratar de uma exposição de Literatura, tem recebido principalmente estudantes, para os quais a visita dá continuidade ao conteúdo estudado em sala de aula. Mas, até o fechamento desta matéria, a procura era tão grande que só havia vagas para agendamento escolar nos dias 18 e 19.
Entre as visitas recebidas esta semana, um grupo de idosos do bairro Campo Velho se destacou. Ao todo 27 vovós e um vovô observaram tudo atentamente.


As mulheres ficaram encantadas com os painéis em bordado produzidos pelo grupo Estrela do Sertão, de Cordisburgo (MG), que também faz parte da exposição. Cordisburgo, aliás, é a cidade natal de Guimarães Rosa.
Ana Rosa Moreira da Silva, de 88 anos, mostrava-se emocionada porque passou a infância na cidade de Santana dos Brejos, na Bahia. "A exposição está maravilhosa. Olho para os painéis e me lembro do meu tempo de criança lá na Bahia, do meu pai e da minha mãe", comentou.

Jonas Gonçalves Sampaio, 68 anos, cuiabano "de tchapa e cruz", como ele mesmo diz, dedicou uma atenção especial a objetos como o chicote, que fazem parte da rotina do homem do sertão, e demonstrou total satisfação ao falar do evento. "Está tudo muito interessante, é bom conhecer a cultura de outros lugares e, do jeito que está organizado, dá para entender bem os assuntos."
Sua irmã, Albertina Sampaio de Morais, de 73 anos, estava entusiasmada. Ela disse que vai voltar à exposição com os filhos e netos. "O mundo está evoluindo e é bom os jovens e as crianças conhecerem as histórias e a cultura de outras regiões. Para mim é importante. Espero mais exposições tão boas quanto essa", disse a sorridente dona Albertina.

Turistas

A exposição está inserida no roteiro turístico de Cuiabá, tendo recebido turistas de várias partes do Brasil, entre elas a cidade de Natal, no Rio Grande do Norte, e até da cidade suíça de Genebra. Esta semana, visitantes de Brasília e Campo Grande, que se encontravam em Cuiabá a trabalho, passaram pelo museu. A administradora Marcília Maria Augusto, uma mineira que vive em Brasília, achou tudo "muito interessante". "É um espaço aconchegante, bonito. Gostei muito".

Revelar a história do País e da Literatura brasileira. Este é o principal papel da mostra "Sertão Encarnado" para o advogado Jânio Ribeiro Souto, de Campo Grande. "Muito bonita e rica esta exposição", disse ele. Também esteve presente no local a contadora brasiliense Lílian Costa, que se confessou fã e leitora de Guimarães Rosa, Euclides da Cunha e Graciliano Ramos. "Já li todas as obras expostas aqui. Transformar um reservatório de água em museu foi uma idéia muito interessante", elogiou ela.

A exposição "Sertão Encarnado" é uma realização da Via Social Projetos Culturais e Sociais, com produção da Acênica (Associação das Artes, Comunicação e Cultura de MT) e da Editora TantaTinta. O patrocínio oficial é da Case Construction (fabricante de máquinas de construção e máquinas agrícolas). Em Mato Grosso, o evento conta com a parceria institucional do Governo do Estado e da Prefeitura de Cuiabá, além da Atrativa Engenharia e da Carlini & Caniato Editorial. A viabilização é do Ministério da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.


A exposição estará aberta à visitação pública até 19 de setembro, das 9 às 12 e das 14 às 18 horas, de terça a sábado. Informações e agendamento escolar: (65) 3023-7829.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Exposição "Sertão Encarnado" é aberta com presença de artistas e autoridades


A exposição "Sertão Encarnado", aberta na noite desta quarta-feira (20) no Museu do Morro da Caixa D'água Velha, atraiu escritores, artistas plásticos, jornalistas, produtores culturais e autoridades do setor cultural de Cuiabá e Várzea Grande.Mais de 300 pessoas compareceram ao local para conferir a exposição, que presta homenagem ao centenário de Guimarães Rosa promovendo o encontro de sua obra com outros três escritores que fizeram do sertão tema de suas obras, Euclides da Cunha, Afonso Arinos e Graciliano Ramos.


Henrique Godoy, diretor da Via Social Projetos Culturais e Sociais, entidade mineira que traz a mostra para Cuiabá, abriu o evento falando sobre como a mostra, que circula por várias cidades de Minas Gerais, veio parar em Cuiabá. "Eu e o Ramon Carlini tínhamos uma amiga em comum em Belo Horizonte, mas não nos conhecíamos. Um dia, ao saber da exposição, ele veio ao meu escritório e disse: 'Eu quero esta exposição em Cuiabá' e eu disse 'É claro!'", conta ele. De lá para cá, parceiros como as secretarias municipal e estadual de Cultura se agregaram ao projeto. Para Henrique, o contato com a obra dos escritores permitirá que os visitantes conheçam o sertão e seus personagens. "Conhecer o sertão é conhecer o Brasil".Também esteve presente na abertura o secretário estadual de Cultura, Paulo Pitaluga, que elogiou o fato de a exposição trazer para Cuiabá um pouco da cultura nacional. "Muitas vezes, ficamos arraigados à cultura local, ao cuiabanismo e esquecemos da cultura nacional", observou.


A suave trilha musical de Wera Capilé e Abel dos Santos embalou os presentes no coquetel de lançamento da exposição. Entre eles o produtor cultural Paulo Traven, que avaliou a mostra como "primorosa".O jornalista Lorenzo Falcão foi um dos primeiros a chegar ao evento e visitou-o antes mesmo que fosse aberto ao grande público. Chamou sua atenção a iniciativa de 'casar' Literatura e Artes Plásticas, presente nos trabalhos do designer mineiro Cláudio Vignoli. Nos totens, o artista aplicou trechos de obras de autores, junto a ilustrações com motivos do sertão, complementadas por objetos utilizados pelo homem sertanejo, fotos e bordados feitos por tecelãs da cidade natal de Guimarães Rosa, Cordisburgo, em Minas Gerais. "A imagem que temos do escritor é de alguém isolado, solitário. Ele nunca está presente no momento em que sua obra é usufruída pelo público. Esta exposição torna esta relação mais democrática.


A Literatura precisa sair dos livros e chegar ao povo", disse ele.Outro entusiasta foi o poeta Aclyse de Matos, que destacou a adequação do local à proposta do evento. "Toda exposição que aproxima a Literatura do público é muito bem vinda. Aqui, no nosso sertão, na nossa seca cuiabana, é adequado que venhamos ao Museu da Caixa D'água Velha para beber desta fonte, buscar a riqueza destes autores".


A exposição "Sertão Encarnado" está aberta à visitação escolar, feita por meio de agendamento. Já no lançamento, alunos da Escola Municipal Nossa Senhora Aparecida, do bairro Jardim Colorado, estavam presentes, observando e anotando o que viam em quadros, totens, fotos e outros materiais. As anotações visavam apreender um conteúdo antes só visto na teoria e que posteriormente será objeto de uma prova em sala de aula. Foi o que explicou a professora Telma da Costa Santana. Docente em História, ela considerou a exposição uma ótima forma de os alunos conhecerem o Museu da Caixa D'água Velha e saber um pouco mais sobre a Guerra de Canudos, tema do livro "Os Sertões", de Euclides da Cunha. "Esta é uma aula diferente, além de uma oportunidade única de visitar uma exposição deste porte", elogiou ela.


A exposição "Sertão Encarnado" é uma realização da Via Social Projetos Culturais e Sociais, com produção da Acênica (Associação das Artes, Comunicação e Cultura de MT) e da Editora TantaTinta. O patrocínio oficial é da Case Construction (fabricante de máquinas de construção e máquinas agrícolas). Em Mato Grosso, o evento conta com a parceria institucional do Governo do Estado e da Prefeitura de Cuiabá, além da Atrativa Engenharia e da Carlini & Caniato Editorial. A viabilização é do Ministério da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A exposição estará aberta à visitação pública até 19 de setembro, das 8 às 12 e das 14 às 18 horas, de terça a sábado. Informações e agendamento escolar: (65) 3023-7829.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Centenário de Guimarães Rosa - Encontro de gigantes da literatura brasileira



Um encontro entre quatro dos maiores escritores brasileiros do século 20 está marcado para acontecer entre os dias 20 de agosto e 19 de setembro, em Cuiabá, mais precisamente no Museu do Morro da Caixa D’Água Velha. É a Exposição Sertão Encarnado, que está percorrendo o Brasil e chega à capital mato-grossense.


Deixar que os sertões sejam percorridos por olhares atentos, por pensamentos curiosos, pelo prazer da leitura, por passos espontâneos na busca de saciar a sede de conhecimento. Esta é a proposta da Exposição, que marca os 100 anos de nascimento do escritor mineiro João Guimarães Rosa reunindo o autor de “Grande Sertão: Veredas” com outros três grandes nomes da literatura brasileira. Todos eles igualmente tiveram o sertão como cenário-personagem de seus romances: Euclides da Cunha (1866-1909), em “Os Sertões”; Afonso Arinos (1868-1916), em “Os Jagunços e Pelo Sertão”; e Graciliano Ramos (1892-1953), em “Vidas Secas”.


Segundo o historiador e curador da mostra Leonardo José Magalhães Gomes, muitos outros autores exploraram o tema sertão, mas esses quatro podem ser considerados como os mais significativos, não só pela importância social de sua abordagem, mas também por serem aqueles que obtiveram o mais alto grau de realização estética. “Com suas obras, esses escritores mapearam as veredas sertanejas, cujo conhecimento é indispensável para termos uma idéia de nosso país”, sugere.


A programação visual da exposição, com 36 totens de 4 faces, totalizando 144 painéis, leva a assinatura do designer Flávio Vignoli e ilustrações de Roberto Luiz Marques. As características do sertão retratadas pelos autores estão representadas sob os temas Sol (paisagem, mito, vontade), Homem (vida, amor, morte) e Sombra (lida, coisas, fim). “O projeto museográfico foi desenvolvido a partir das considerações da curadoria para que esses temas tivessem uma maior conexão entre si e uma montagem narrativa não linear”, explica Vignoli.


Destaque também para a cronologia intercalada da vida dos autores, identificados por cores e tendo como pano de fundo os acontecimentos políticos e sociais mais importantes da nossa história, sobretudo a rebelião de Canudos.


Para os responsáveis pela produção do evento, o editor Ramon Carlini, da editora TantaTinta e o produtor cultural Eduardo Espíndola, da Acênica, a exposição, além de permitir aos mato-grossenses conhecerem um pouco mais da vida e da obra de Guimarães Rosa e dos outros três gigantes da literatura nacional, exalta o sertão, que para Mato Grosso é uma identificação muito forte. Ressalta ainda a importância da realização desse projeto e da parceria que o viabilizou. “A participação das secretarias de Estado e Municipal de Cultura tem sido fundamental.


Essa exposição consolida Cuiabá e Mato Grosso na rota de grandes eventos nacionais do gênero, permitindo aos cuiabanos e mato-grossenses conhecerem mais sobre a vida de Guimarães Rosa, Euclides da Cunha, Afonso Arinos e Graciliano Ramos”, complementou Ramon.Segundo Eduardo, a vinda da exposição será uma grande oportunidade para a população, em especial os estudantes de ensino médio, que poderão ver a história contada através da literatura, oferecendo uma viagem pelo Sertão, a identificação com o que lê e a possibilidade de fazerem suas próprias analogias. Com produção da Editora TantaTinta e da Acênica - Associação das Artes, Comunicação e Cultura de MT, a exposição Sertão Encarnado é uma realização da Via Social Projetos Culturais e Sociais, com patrocínio oficial da Case (fabricante de máquinas de construção e máquinas agrícolas).


Em Mato Grosso, conta com a parceria institucional da Secretaria de Estado de Cultura e Secretaria Municipal de Cultura, além da Atrativa Engenharia e Carlini & Caniato Editorial. A viabilização é do Ministério da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.


As Escolas interessadas em visitar a Exposição podem agendar horário pelo telefone (65) 3023-7829. O horário de visitação será das 8 às 12 e das 14 às 18 horas, de terça a sábado.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Lançamento de livro reúne importantes personalidades da política mato-grossense


Da Assessoria


"Uma obra de extrema importância, que resgata a história de Mato Grosso". Assim o ex-governador e atual senador Jayme Campos definiu o livro "Prosas com governadores de Mato Grosso (1966-2006)", do historiador e economista Fernando Tadeu de Miranda Borges, lançado nesta segunda-feira (11), durante Sessão Solene da Assembléia Legislativa. A publicação, editada pela Carlini & Caniato Editorial, traz entrevistas com 14 governadores que administraram Mato Grosso entre os anos de 1966 e 2006.


Para Jayme Campos, a solenidade representou um momento ímpar, uma vez que conseguiu reunir 'grandes homens' da História de Mato Grosso. "Esta homenagem é muito gratificante. É muito bom saber que demos a nossa contribuição para que Mato Grosso chegasse aonde chegou", disse o senador, emocionado. "É uma homenagem justa àqueles que fizeram de tudo para o engrandecimento do nosso Estado", emendou o ex-governador José Garcia Neto, um dos homenageados da noite.


Durante a cerimônia, foram homenageados com a Comenda Memória do Legislativo os ex-governadores entrevistados pelo autor: Pedro Pedrossian, José Fragelli, José Garcia Neto, Frederico Campos, Júlio Campos, Wilmar Peres de Farias, Roberto Cruz, Carlos Bezerra, Edison Freitas de Oliveira, Moisés Feltrin, Jayme Campos, Dante de Oliveira, Rogério Salles e Blairo Maggi. Três mães, representando todas as outras mães dos entrevistados, cujos textos abrem o livro, também receberam homenagens: Amália Curvo de Campos, mãe dos ex-governadores Júlio José de Campos e Jayme Veríssimo de Campos, Maria Benedita Martins de Oliveira, mãe do ex-governador Dante Martins de Oliveira, e Lúcia Borges Maggi, mãe do governador Blairo Borges Maggi. Fernando Tadeu explicou que o livro é o relato de como cada uma dessas pessoas viveu e procurou corresponder às necessidades e expectativas do povo de Mato Grosso. "A proposta do livro é que cada pessoa faça sua interpretação. Realmente tudo valeu a pena", concluiu o autor, que agradeceu a todos os ex-governadores citando a percepção dele sobre cada um.


Segundo o presidente da Assembléia Legislativa, o deputado Sérgio Ricardo, o livro é um presente singular para toda a sociedade de Mato Grosso. "Neste livro, o autor ressalta a dimensão humana dos ex-governantes. E hoje a Assembléia Legislativa vive um momento especial tendo reunidas várias personalidades que marcaram a história de Mato Grosso e promoveram o bem comum. São pessoas iluminadas que fazem parte do nosso passado, do nosso presente e do nosso futuro", disse o deputado.


A pedido do governador Blairo Maggi, o ex-governador Frederico Campos, representou todos os ex-governadores homenageados. Campos lembrou que a administração de um Estado é formada por uma grande equipe e que, sem ela, nada é possível. "Em minha gestão enfrentei alguns desafios como o processo de divisão do Estado. Com isso, conseguimos dar uma nova vida à Mato Grosso. Tínhamos 100 mil habitantes em Cuiabá e 40 municípios no Estado para hoje somarmos cerca de 600 mil habitantes na capital e 141 cidades em Mato Grosso. Este sucesso é resultado de uma seqüência de trabalho", concluiu o ex-governador.


A cerimônia ainda contou com a presença de autoridades do Estado, estudantes da UFMT, membros do grupo da Melhor Idade e sociedade em geral.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Livro da Carlini & Caniato é recomendado pela Biblioteca Nacional



Da Assessoria

O livro “Água de Beber no Espaço Urbano de Cuiabá (1790 -1886)”, da historiadora Neila Maria Souza Barreto, está entre as recomendações da Revista da História da Biblioteca Nacional do mês de julho deste ano. Publicado pela Carlini & Caniato Editorial, o livro retrata a história da captação e utilização da água na capital de Mato Grosso. Filipe Monteiro, assistente de pesquisa da revista, recomenda a obra principalmente em tempo de discussões sobre a escassez dos recursos naturais.

Segundo Monteiro, a autora Neila Maria apresenta fontes documentais inéditas que revelam as políticas públicas utilizadas na época para o abastecimento de uma cidade inteira. “As fontes utilizadas fazem referência a um passado em que a água, ao contrário de hoje, era o único elemento democrático em uma sociedade apartada, saciando a sede de escravos, de brancos pobres e de representantes da elite”, ressalta Monteiro em sua nota, na sessão de livros da revista.

Filipe também recomenda a obra às gerações futuras por apresentar uma época em não havia qualquer restrição quanto ao consumo e, por isso, inspirava obras como chafarizes, fontes, bicas que se espalhavam pela cidade.

A Revista da História da Biblioteca Nacional é mensal e está em seu terceiro ano. Ela traz em seu conteúdo reportagens sobre livros e sobre fatos históricos, aborda temas como educação e ainda tem agenda e dicas sobre o que esta acontecendo no mundo literário brasileiro.
Mais informações sobre o livro pelo site http://www.editora-carlini-caniato.blogspot.com/ ou pelo telefone (65) 3023-5415.

Serviço
Título: Águas de Beber no Espaço Urbano de Cuiabá
Autora: Neila Maria Souza Barreto
Editora Carlini & Caniato
N.º de páginas: 160
Valor: R$25,00

Luís Gonçalves lança "O Plano Djibóia" em grande estilo



O lançamento do livro "O Plano Djibóia", do escritor e vice-presidente do Conselho Estadual de Cultura, Luís Gonçalves, na noite do dia 27 de junho, foi um verdadeiro show de cultura. A festa, realizada no Instituto Várzea-grandense de Educação (IVE), foi marcada pelas apresentações da Banda do Governo do Estado de Mato Grosso, do Coral Mato Grosso, dos mestres do riso Nico & Lau e de DJ.

Quando escreveu o livro, Luís Gonçalves tinha como objetivo criar uma obra que pudesse zelar pelo linguajar e dar cor e vida à maneira simples do homem interiorano se expressar. "O tema agrada muito e as pessoas de identificam muito com as formas de falar e de expressar que eu trago no livro", contou o autor.

O secretário de Estado de Cultura, Paulo Pitaluga, acredita que é sempre muito importante resgatar a história de Mato Grosso. "E o Luís faz isso muito bem. No livro, ele retrata a história do antigo, do velho, em Mato Grosso, trazendo à memória um pouco da nossa história".

Para o coordenador do curso de Jornalismo do IVE, o jornalista Álvaro Marinho, eventos como este são de suma importância para a formação acadêmica. "Lançamentos de livros fazem parte do processo de formação do aluno. E a faculdade é um espaço totalmente adequado para eventos como este, por isso sempre apoiamos essas iniciativas", explicou o coordenador.

Sobre o livro

Em uma linguagem leve, engraçada e própria da região em que se passa a história, o Pantanal mato-grossense, Luís Gonçalves traduz em "O Plano Djibóia", lançamento da Carlini & Caniato Editorial, cenas comuns e assuntos delicados para que a população leia, goste e entenda.

"O Plano Djibóia" está em sua 4ª edição, desta vez pela Carlini & Caniato Editorial, que também publicará mais cinco obras do autor, sendo duas inéditas. São contos, novelas, crônicas e ensaios literários. "O Plano Djibóia" teve sua primeira edição em 1995 e deu a Luís Gonçalves o prêmio Mérito Cultural de Autores Brasileiros, no Rio de Janeiro.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Carlini & Caniato lança “O vôo nos Garimpos da Amazônia”



A editora Carlini & Caniato lançou na noite desta quinta-feira (3) a obra , “O vôo nos Garimpos da Amazônia”, do ex-piloto Luis Mendonça. A obra narra as experiências vividas por Mendonça durante seus 40 anos de profissão. O lançamento fez parte da programação do 24º Festival de Inverno de Chapada dos Guimarães.

A fim de incentivar a leitura e divulgar os trabalhos dos escritores locais, o Festival de Inverno de Chapada dos Guimarães mantém até domingo (6) uma livraria, que permanece aberta das 10 horas às 22 horas, aberta à toda a comunidade. O projeto é uma parceria entre a Livraria Adeptus e as editoras TantaTinta e Carlini & Caniato.

No espaço, além de exposição e comercialização de livros, estão sendo realizadas sessões de autógrafos com autores.

Confira o próximo lançamento:

05/07 (sábado), às 18 horas – Lançamento do livro “30 anos de Plano Diretor para o Turismo”, de Lúcio Costa, Maria Elisa Costa e Paulo Jobim.
Local: Livraria do Festival.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Carlini & Caniato faz tarde autógrafos com Juliano Moreno



O livro “O açougueiro”, do poeta Juliano Moreno, foi autografado pelo autor nesta terça-feira (1º), no Festival de Inverno de Chapada dos Guimarães, no stand da livraria Adeptus, montado especialmente para o Festival.

O livro é fruto de um trabalho de aproximadamente seis anos do escritor Juliano Moreno. A obra foi lançada pela primeira vez em 2006 e reúne contos feitos desde 2000. A editora Carlini & Caniato está relançando a obra que, segundo o autor, não surgiu de um fato em si. “A história não vem da situação, mas de um certo sentimento de perplexidade que a situação deixa, porque literatura é isso...”, explica o escritor.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Livraria do Festival de Inverno promove sessões de autógrafos nesta terça


Livros serão distribuídos a crianças

Um ótimo programa para esta terça (1º) na 24ª edição do Festival de Inverno de Chapada dos Guimarães serão as sessões de autógrafos promovidas pela Livraria do Festival, uma parceria entre a Livraria Adeptus e as editoras TantaTinta e Carlini & Caniato.

As sessões começam às 15 horas, com o autor Richard Mason, que autografará a série de livros infantis "As aventuras de mundinho, o quati curioso" e baterá um papo com os alunos da Escola Estadual Ana Tereza Albernaz, no bairro São Sebastião. Às 16:30, ele segue para a Escola Municipal Monteiro Lobato, próxima à piscina pública de Chapada. Em ambas as escolas, haverá distribuição gratuita de livros.

Mais tarde, às 19 horas, o poeta Juliano Moreno estará na Livraria autografando sua última obra, o livro de contos "O açougueiro".

A Livraria está montada na Praça Dom Wunibaldo, próxima à Igreja de Santana. Mais informações: (65) 3301 2045.

domingo, 29 de junho de 2008

Aecim Tocantins autografa livros em exposição literária

“O ingrediente cultural é o que dá forma ao um evento. As festas e os shows são passageiros, mas a cultura sempre permanece.” Palavras do professor e contador, Aecim Tocatins, sobre o Festival de Inverno de Chapada dos Guimarães durante a exposição literária realizada pela Livraria Adeptus e Editora Tanta Tinta e Carlini & Caniato na praça central.

Em meio à noite de autógrafos do livro que conta a historia de sua vida “Da Contabilidade à Vida Pública”, escrito por Ivan Echeverria, Aecim elogiou a organização da exposição. “Há de se parabenizar essa inovação que trouxe um caráter mais cultural ao evento. Agradeço pessoalmente a Tanta Tinta e a Adeptus que patrocinaram esse espaço que valoriza obras de autores mato-grossenses”. Com emoção, também falou do livro. “É fascinante ter a nossa história contada ainda em vida. Ainda mais em um livro generosamente escrito pelo Ivan”, afirmou.

Ambos, autor e personagem, Ivan e Aecim, são professores e contadores. Eles falaram sobre como o livro surgiu durante os três anos e oito meses de pesquisas. “A princípio, o projeto era falar da história da contabilidade. Mas durante os nossos encontros o Aecim foi me contando tantos fatos, me mostrando tantos materiais, documentos e fotos que eu pensei: ‘Por que não falar sobre a historia da vida dele?’. Na hora, ele não aceitou, mas com muita conversa, nós encontramos um novo rumo para o livro”, lembrou o autor.

O livro mostra momentos da vida de Aecim em Chapada dos Guimarães. Como um foto do ano de 1991, onde Frei Oswaldo aparece na inauguração do Hospital Santo Antônio, com a participação de Aecim. As falas do contador sobre a vida pública de Chapada também são encontradas no livro. “Eu tenho ascendência chapadense, minha mãe nasceu na região e eu vivi bons momentos aqui”, relembrou o contador.

A exposição reúne uma coletânea de livros mato-grossenses e é realizada pela Tanta Tinta e pela Adeptus com objetivo de difundir as obras e valorizar os autores locais. “A cultura tem grandes manifestações: a música, o teatro, as artes plásticas, os livros e como diria Monterio Lobato ‘um país se constrói de homens e livros’ com essa frase podemos entender a importância de uma exposição como está”, finalizou o autor.

Carlini & Caniato lança livro de sua mais jovem autora em Chapada



A editora Carlini & Caniato lançou na noite deste domingo (29), na livraria do Festival de Inverno de Chapada dos Guimarães, o livro “Compostela: a velha cadeira”, da estudante e escritora Stella Oliveira, de apenas 14 anos, a mais jovem autora da editora.

O evento faz parte de uma série de lançamentos que serão feitos pela editora durante o Festival, na livraria Adeptus, próxima à Igreja Nossa Senhora de Santana.

O lançamento contou com a presença da autora, vinda direto de Jaciara, onde vive, sua mãe, Cristine de Oliveira, e sua avó, Jussara de Oliveira.

O livro de poemas, que trata basicamente dos conflitos de uma adolescente com uma visão positiva, corajosa e surpreendente, atraiu a atenção do público que circulava pelo Festival de Inverno. A pouca idade da autora foi um dos fatores. É o que ressaltou a médica Mara Gracia Melo, que adquiriu um exemplar. Mãe de um adolescente, ela observa: “Me chamou a atenção por ela ser tão novinha. É muito raro jovens desta idade escreverem um livro, ainda mais nos dias de hoje”, disse ela, que pretende ler a obra para entender mais sobre “o que se passa na cabeça de um adolescente”.

Transformar conflitos pessoais em poesia. Este é um dos maiores méritos de Stela Oliveira. Ela própria conta que escreveu o livro para ajudar a si própria e às suas amigas. “Às vezes, a família quer ajudar a gente, mas não consegue porque não nos entende”, comenta, falando dos problemas de auto-estima que enfrentou.

Stella se confessou surpresa com a repercussão do livro que, segundo sua mãe, está tendo uma vendagem muito boa e uma grande repercussão em sua cidade, Jaciara. Para Stela, é surpreendente descobrir que problemas que pareciam afetar somente a ela encontrem eco em várias pessoas. “Eu achava que era a única pessoa que sofria disso e ouço pessoas dizendo ‘Nossa, esse texto sou eu. Eu sinto exatamente isso’. É muito estranho”, confessa.

Para o futuro, mais livros estão previstos, embora a jovem autora não queira entrar em detalhes. “Só posso dizer que vou escrever poesia e contos. E que os poemas criticam a índole humana”, adianta ela.

Mais informações: 3023 5714.

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Lançamento de livro sobre a Amazônia reúne educadores



O lançamento do livro “Um Vôo sobre os garimpos da Amazônia”, do ex-piloto Luiz J. Mendonça e publicado pela Carlini & Caniato Editorial, reuniu professores e pessoas ligadas à educação e cultura na sala de professores do CEFET, na noite desta quinta (26). O autor do livro autografou os exemplares vendidos no local e falou da importância deste trabalho. “Nunca imaginei que lançaria um livro. Estou muito feliz e realizado por conseguir publicar o registro de mais de 40 anos de vôos sobre a região amazônica”, descreveu o autor.

O lançamento contou com a presença do diretor do CEFET, Henrique do Carmo Barros, que ressaltou a importância da inclusão de livros como os de Mendonça, que registram um pedaço da história do país, na coleção Ipê Roxo, uma seleção de títulos a serem indicados para adoção na Educação de Jovens e Adultos (EJA). “Livros como estes incentivam a inclusão de autores regionais no EJA, que tem uma didática diferente. Além de incentivar as professores na produção de livros”, disse o diretor.

O livro narra a experiência de quarentas anos de vôos do piloto Luiz J. Mendonça sobre a região norte do país. As mudanças na floresta e a história da ocupação da Amazônia são alguns pontos trazidos na obra no autor, que também faz um apelo pela proteção da floresta.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Livro "Um vôo sobre a Amazônia" será lançado







A experiência de 40 anos de vôos sobre a Amazônia brasileira é o enredo do livro “O vôo nos garimpos da Amazônia”, de Luiz J. Mendonça, que traz no decorrer do livro uma descrição da história das transformações sofridas pelo norte do país. A ocupação, a demarcação e a degradação de um território rico em recursos naturais, em sua cultura e objeto de estudo e exploração por empresas, ONGs e ambientalistas do mundo inteiro. O lançamento do livro pela editora Carlini & Caniato acontece no dia 26 de junho, às 19 horas, na sala dos professores do Cefet.



“O vôo nos garimpos da Amazônia” faz parte da coleção Ipê Roxo e foi indicado como material paradidático da Educação de Jovens e Adultos – EJA, por abordar aspectos históricos, geográficos e literários em uma mesma obra sobre a maior floresta tropical do mundo.



O autor da obra, Luiz J. Mendonça, faz um testemunho sobre esses 40 anos de vôos na região amazônica. Desde o primeiro vôo, em julho de 1964 a Santarém (PA) até os dias de hoje, as mudanças deste ecossistema estão descritas no livro. “Quando iniciei era tudo mata fechada, não havia nada desmatado. Hoje a Amazônia está em extinção, está cada dia menor e os danos ao ecossistema são irrecuperáveis”, conta o autor.



Ele também destaca a importância da ocupação do Centro-Oeste e do Norte do País para a proteção do território. Segundo o Luis Mendonça, a ocupação na década de 70, tanto pelos militares como pelos colonizadores, foi essencial para evitar a perda da floresta para os estrangeiros. “Não é de hoje que outros países estão de olho nas terras amazônicas. A política de povoamento da região Norte realizada pelos militares foi essencial para a proteção das terras. Os militares e aviadores da Força Aérea Brasileira (FAB) percorriam a região, davam assistência à população e mostravam a todos que a floresta tinha dono”, relembra.



Outro ponto abordado no livro é a política indigenista vigente no Brasil. Para o autor, ela é falha porque dá terras aos índios, mas não dá condições nem instrumentos para que eles possam produzir e se sustentar. “Dar terras não resolve o problema. É preciso dar educação, saúde e meios para que possam produzir, evitando que eles sejam enganados e vendam os recursos da região”, conclui.



Quando o tema é preservação, Mendonça defende o não-desmatamento total da região. Para o autor, nenhuma árvore mais pode ser derrubada e o Estado precisa desenvolver alternativas para as famílias que hoje dependem da exploração da floresta. Sobre isso, ele é taxativo: “O manejo sustentável não existe. Mais nenhuma árvore pode ser destruída e o reflorestamento, com vegetação nativa, tem que começar imediatamente”.



Em um texto leve e de fácil leitura, Mendonça narra a metamorfose e como ela aconteceu ao longo dos 40 anos de profissão dedicados ao sobrevôo pela região. Uma verdadeira viagem no tempo.

O autor



Nascido em Taquaritinga-SP, Luiz J. Mendonça é piloto desde os 25 anos e em 1958 esteve pela primeira vez em Cuiabá. Seis anos mais tarde, fez seu primeiro vôo sobre a região amazônica, mais precisamente sobre uma região de garimpo em Santarém (PA).



Passou 40 anos de sua carreira dedicados a pilotar aviões na região norte do País. Neste período, viu muita coisa acontecer do Norte de Mato Grosso ao estado do Pará. Quedas foram seis ao longo da carreira, mas nada que o fizesse desistir daquilo que era seu sonho desde criança: voar.
Mendonça formou-se piloto no Aeroclube de Londrina e logo em seguida migrou para o norte do País, local onde viveu muitas aventuras, alegrias e tristezas, tudo ricamente contado nas páginas de seu primeiro trabalho como autor. O piloto está há quatro anos afastado da profissão, o que diz ser uma tortura. “Estou desesperado para voltar a voar”.

Livro retrata vida pantaneira com uma linguagem inusitada




Sou pantaneiro!!!! Assim Luís Gonçalves se define ao ser perguntado de onde é. Nascido e criado na região de Cáceres, Luís Gonçalves aprendeu desde pequeno a lidar com a vida simples na beira do rio Paraguai e hoje traz para as páginas de seu livro, Plano Djibóia, o retrato da vida do homem pantaneiro no seu dia-a-dia. Em uma linguagem leve, engraçada e própria da região em que se passa a história, o Pantanal mato-grossense, Gonçalves traduz em Plano Djibóia, lançamento da Carlini & Caniato Editorial, cenas comuns e assuntos delicados para que a população leia, goste e entenda. Aliás, este o grande desafio e intenção do autor do livro.


Segundo ele o importante não é escrever para poucos, com uma linguagem padronizada pelas regras da literatura que farda os livros às estantes. Mas sim fazer com que os leitores realmente leiam suas obras. "Não escrevo conformes as regras literárias, escrevo para ser lido e entendido. De que adianta ser um intelectual se as pessoas não lêem seu trabalho, não absorvem sua mensagem", diz o autor. Plano Djibóia está em sua 4ª edição, desta vez pela Carlini & Caniato Editorial, que também publicará mais cinco obras do autor, sendo duas inéditas. São contos, novelas, crônicas e ensaios literários.


O Plano Djibóia teve sua primeira edição em 1995 e deu a Luís Gonçalves o prêmio Mérito Cultural de Autores Brasileiros, no Rio de Janeiro. Na época em que o livro saiu, em 1995, o crime organizado estava em seu auge em Mato Grosso e este é um dos temas abordados no livro, porém que com a linguagem leve e bem-humorada do livro, o assunto, importante e delicado, ganha novos ares e a mensagem do autor é repassado com sucesso.


Além do crime organizado, a má distribuição de renda também é abordada nas páginas do livro. Luís, que também é publicitário e vice-presidente do Conselho Estadual de Cultura, diz que aceitou o desafio de relançar suas obras porque acredita que o mercado necessita e tem capacidade para absorver seus trabalhos. "Não basta que o autor escreva, ele tem que chegar até o público, tem que se fazer presente. Este acordo com a Carlini & Caniato Editorial me possibilitará esta aproximação com os leitores por meio da publicação das minhas obras", explica Gonçalves.


O lançamento de Plano Djibóia é no dia 27 de junho no Instituto Várzea-grandense de Educação, IVE, às 19 horas. Outro lançamento será durante o Festival de Inverno em Chapada dos Guimarães, no dia 4 de julho, às 19h30, no Estande da Livraria Adeptus, no Espaço Cultural Frei Osvaldo.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Editora Cuiabana é destaque em revista nacional

A editora Carlini&Caniato/TantaTinta ganhou destaque na edição de junho da revista Globo Rural pela editoração e publicação do livro Aldeia de Minas, dos autores César Saullo e Regis de Morais. O livro tem como tema a cidade de Passa Quatro, retratada por meio de fotos e poesias que revelam o simples cotidiano do interior de Minas Gerais. O prefácio do livro é do famoso escritor e psicanalista Rubem Alves.


Aldeia de Minas

Autores: César Saullo e Regis de Morais
Editora: Carlini&Caniato/TantaTinta
Tel: (65) 3023-5714

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Carlini & Caniato publica poemas de jovem de 14 anos




A poesia e a literatura em geral têm "a ufa" de gente precoce. Aliás, muitos dos grandes escritores universais começaram lá, bem cedo, ainda na idade tenra. O contato com a literatura já na infância vai moldado os futuros escritores.Stela Oliveira tem apenas 14 anos e acaba de publicar seu primeiro livro de poemas. Se ela será uma grande mestre de nossa poesia, só o tempo dirá.


O fato, no entanto, é que ela inaugura uma carreira que promete ser promissora.No livro "Compostela: a velha cadeira", que está sendo lançado pela Carlini & Caniato Editorial, Stela reúne poemas sobre temas do cotidiano, conflitos sentimentais e o poder de transformação das palavras, deixando claro os momentos de transição da infância e a adolescência.Além dos conflitos interiores, a pequena autora também se aventura a falar sobre a memória, o passar do tempo, a correria diária, o amor.




Tudo com lirismo, bom humor e maturidade.Desde pequena, Stela Oliveira bebe de fontes fervorosas e ecléticas. Fã de Edgar Alan Poe, Álvares de Azevedo, Agatha Christie e Stephen King, além de mangás e comics. Começou a escrever aos oitos anos. Criava pequenas histórias.Com a chegada da adolescência e suas características, a Literatura se mostrou uma companheira e tanto - "As variações de sentimentos me deixavam mais frágil ou agressiva.

Então resolvi me expressar através dos poemas, que são frutos de meus sentimentos, sendo eles bons ou maus", diz ela.O acúmulo de sentimentos e de produções levou à idéia do livro. "Resolvi passar minhas idéias adiante para, quem sabe, alguém também usufruir delas e dizer: 'Nossa! É exatamente isso o que estou sentindo!'".Cuiabana, Stela cursa a 8ª série do Ensino Fundamental. Além de escrever, toca piano, violoncelo, violão e viola-de-cocho, além de conhecer a teoria musical.

Também desenvolve trabalhos paralelos com atividades de teatro.O contato com a música veio pelo professor Abel Santos Anjos Filho, de quem foi aluna. Com ele aprendeu a tocar instrumentos e ritmos da cultura regional.Em "Compostela: a velha cadeira", a autora revela delicadeza e uma percepção aguda da realidade. Mas, acima de tudo, sua predileção pela alegria de viver. Atitude que deveria ser seguida por muitos adolescentes.


"Tampe a panela do medo
O poço do ódio
E o caldeirão da preguiça.
Apague o que atiça
O desejo de errar.
E cozinhe as belezas
De um novo sonhar."
(Poema “Tampe”)






Autor: Stela Oliveira



Edição: 1ª
Data de Publicação: 2008
Nº de páginas: 96
Contatos:Editora TantaTinta/Carlini & Caniato


(65)3023-5714/5715


quarta-feira, 14 de maio de 2008

TantaTinta e Carlini & Caniato na Bienal do Livro de Minas

O editor Ramon Carlini (Editora TantaTinta e Carlini & Caniato Editorial) está levando um pouco do melhor da produção literária mato-grossense para a 1ª Bienal do Livro de Minas, que acontece em Belo Horizonte entre os dias 15 e 25 de maio.

No evento, ele divulgará os títulos da TantaTinta, que publica para o público infantil e infanto-juvenil e nas áreas de Literatura, Didáticos, para-didáticos e quadrinhos, e o trabalho desenvolvido pela Carlini & Caniato Editorial nas áreas de Literatura, Direito, Economia, Sociologia, Antropologia, História, Fotografia, Artes, Turismo e Ornitologia.

A I Bienal do Livro de Minas deve atrair um público de aproximadamente 160 mil pessoas e 25 mil estudantes da rede pública e privada à Expominas, onde acontece o evento.

Feira do Pantanal: TantaTinta e Carlini & Caniato vão expor mais títulos

Cultura mato-grossense, Turismo, Pedagogia, Poesia, História... Uma vasta opção de leitura poderá ser encontrada no stand da editora TantaTinta e da Carlini & Caniato Editorial durante a 15ª Feira Internacional do Pantanal, que começa amanhã e segue até o dia 18 de maio no Centro de Eventos do Pantanal.

As editoras, que reúnem 42 autores, apresentarão títulos em um stand montado especialmente para as editoras locais no evento, que este ano tem o tema "Mato Grosso – Do Pantanal à Amazônia e do Guaporé ao Araguaia".


Lançamentos

No stand, além de livros que já são sucessos como "Chapada dos Guimarães Jardim do Cerrado", de Weislaw Jan Syposz, as editoras apresentarão também os mais recentes lançamentos, entre eles o livro "Aldeia de Minas", dos mineiros César Saullo (fotógrafo) e Régis de Morais (poeta), que reúne imagens e poemas que retratam a vida cotidiana de Minas Gerais. Outro lançamento que poderá ser conferido é "Novo Planejamento Estratégico de Marketing", do professor João Batista Epaminondas Malhado, que apresenta um conceito inovador para a realização do planejamento estratégico nesta área.

As revistas em quadrinhos "Menina Pantanal e a Galerinha Ecológica" e "Garota Pantanal", que acabam de ser publicadas pela TantaTinta, prometem ser a atração principal para as crianças que visitarem o stand. Os gibis, de autoria do cartunista mato-grossense Generino Oliveira Rocha, e utilizam personagens infantis e adolescentes para trabalhar a temática ambiental de uma forma didática e divertida.

As obras estarão disponíveis para consulta das 14 às 22 horas durante a semana e do meio-dia às 22 horas no sábado e no domingo.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Novo Planejamento Estratégico de Marketing


Autor: João Batista Epaminondas Malhado

DA OBRA
Planos estratégicos de marketing, em geral, oferecem pouca segurança porque são elaborados com base apenas na intuição dos planejadores, que tratam as informações somente no campo qualitativo.
Esta obra apresenta um conceito inovador para a realização do planejamento estratégico de marketing, baseado na atribuição de valores numéricos às informações qualitativas, proporcionando rápida visualização de prioridades e maior segurança nas tomadas de decisões.
Novo Planejamento Estratégico de Marketing é destinado a empreendedores, planejadores, professores e alunos de graduação e pós-graduação dos cursos de administração, planejamento e gestão de marketing que pretendem produzir instrumentos eficazes de ação mercadológica.

SOBRE O AUTOR
João Batista Epaminondas Malhado
é professor de Planejamento Estratégico de Marketing da Universidade de Cuiabá – UNIC.
Especialista em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing do Rio de Janeiro/UNIC.
Consultor profissional e acadêmico de Planejamento Estratégico de Marketing.
Ex-gerente de Planejamento Comercial da Brasil Telecom.
Ex-gerente da Embratel.
Graduado em Telecomunicações pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC-RJ.

FICHA TÉCNICA
Autor: João Batista Epaminondas Malhado
Edição: 1ª
Data de Publicação: 2008
ISBN: 978-85-99146-40-8
Tamanho: 15,8 x 28,8 cm
Nº. de páginas: 326
Gênero: Marketing / Administração
Editora: Carlini&Caniato Editorial
Preço: R$ 48,00
Contatos:
(65)3023-5714/5715
comercial@tantatinta.com.br

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Com a alma mineira

César Saullo e Regis de Morais


DA OBRA

O encontro da fotografia com a poesia. Uma contemplando a outra. Ambas contemplando Minas Gerais e a vida de seus aldeões.
Idealizada por dois mineiros apaixonados por suas raízes, a obra traz com simplicidade aquilo que é simples por natureza: os quintais, o cheiro das panelas, os fogões a lenha, a lembrança da infância vivida, a música do carro-de-boi e, principalmente, a gente humilde e hospitaleira.


Prefácio

Minas
Rubem Alves

Minas é onde o tempo passa devagar.
O passado não quer partir, teima, quer ficar...
O César Saullo fotografou esse passado que não quer partir,
Minas Gerais. O comum é dizer “tirar uma foto”. Mas está errado.
O olhar do fotógrafo não tira nada; ele põe... Assim, descansando meus olhos pelos pedaços de Minas, lembrei-me de um verso que a Cecília escreveu para seu avô, encantada... “Tudo em ti era uma ausência que demorava. Uma despedida pronta a cumprir-se...”
Foi o que eu disse baixinho para Minas Gerais que eu via: tudo em ti é
uma ausência que se demora, uma despedida pronta a cumprir-se.
Fotografar é muito perigoso. Talvez o fotógrafo não saiba, pensa estar
fotografando o carro de boi, o fogão de lenha, a preta de olhos
vermelhos, a casa arruinada... Não sabe que está fotografando a sua
própria alma. Não fotografamos o que vemos. Fotografamos o que
somos. Toda fotografia é auto-retrato, pedaço do corpo do fotógrafo:
“É assim que eu sou”, ele está dizendo. Ver fotografias é antropofagia,
eucaristia, comer, com olhos, o corpo do fotógrafo. Os olhos do Saullo:
fotografam o tempo que não quer partir, os olhos que sofrem de despedidas. Olhos sobre os quais Rilke falou: “Quem assim nos fascinou para que tivéssemos um olhar de despedida em tudo o que fazemos?”. Fotografias de um mundo que se despede.
Fotografias para adiar a partida. Fotografias-feitiçaria, para enganar o tempo, para imobilizar o tempo, para impedir que ele passe, para que o momento se torne eternidade.
Passa Quatro, Minas: a despedida está no nome: passa, passa, passa, passa...
O homem na janela mora no lugar que passa. Ele sorri para o fotógrafo.
Faz pose. É impossível não fazer pose sabendo-se objeto de uma
câmera fotográfica. Sorri inocentemente. Pensa que o fotógrafo o está
fotografando. Não sabe que ele é apenas um foco em torno do qual gira
o mundo invisível, um universo que se despede...
O fotógrafo fotografa a despedida.
Há também os olhos daqueles que verão as fotografias. Os vedores são
de dois tipos. Há aqueles que vêem o homem que sorri na janela e vêem também o mundo invisível que gira em torno dele. Eu, que sou de Minas, olho e sei. Sei porque já vi. Quem sabe, entende. Mas aqueles que nunca viram, vêem sem entender. Só vêem o homem que sorri na janela. Para se ver o invisível é preciso ser poeta. Mas nem todos o são.
O poeta vem, então, em seu socorro. Poetas são fotógrafos do invisível.
Fotografam o tempo que passa, para que não passe. Poemas são
encantações para agarrar o eterno que mora no tempo que passa.
O Regis de Morais é poeta... Em Minas nascem os poetas...
Na fotografia, o que se vê não se pode comparar àquilo que não se vê.
O poeta invoca fantasmas. Esse livro está cheio de fantasmas: o cheiro da casa em ruínas, o barulho do fogo que crepita, o cantar de um galo ao longe, a música do carro de boi...
O poeta fala nos silêncios do visível. Põe palavras nos seus interstícios.
Faz o silêncio cantar: para salvar do silêncio aqueles que nunca haviam
visto, e para criar comunhão entre aqueles que viram. As palavras do poeta fazem os que viram e os que não viram cantar juntos...
toda poesia produz música. “As flores são sonhos do chão!” Quem diria
que na terra negra vivem pétalas coloridas? Em Minas, o chão sonha...
“Silvos de locomotivas negras”... Mas não há locomotivas negras na fotografia da estação. Só uma casa. Quem nunca viu, como saberia?
Mas o poeta fala, e na fotografia silenciosa se ouve o grito rouco da
locomotiva que avança pela noite soltando lágrimas de fogo.
Talvez ela soltasse lágrimas de fogo por saber que ela era uma despedida pronta a cumprir-se...
Assim, o seu grito rouco se explica. É choro.
O mistério da negra de olhos vermelhos. Por que vermelhos?
Talvez por sua proximidade com as brasas do fogão de lenha...
Os negros de outros tempos eram diferentes. Eram eles que, nas
manhãs, acordavam o fogo que dormia sobre as cinzas do borralho.
Eram diferentes porque sua alma morava em outros lugares.
“... Os corpos naqueles águas, a alma por longes terras”, dizia a Cecília. Aquele é o rosto de uma mulher que estava lá – se não estivesse, como fotografá-la? Mas está lá sem estar, exilada, a alma vagando por terras das quais ela não tem mais memória.
Ah! Quem nunca viu, como poderia adivinhar? Aquele tronco de
madeira horizontal, abandonado... Que palavras escrever nele?
O poeta, que viu, diz “sal”... e, de repente, ao redor do tronco
abandonado, aparecem vacas lambendo o cocho pachorrentamente.
Sem pressa. O tempo de Minas é o tempo das vacas...
O poeta ouve o que as coisas dizem. Sua fala é a voz das coisas.
E as coisas se transformam em poesia. Entram em mim, fazem amor comigo, entram em minha carne, e um novo evangelho se anuncia: “... e a fotografia se faz carne”.
Agora elas não mais estão coladas às páginas, as fotografias. Estão vivas, moram dentro de mim. E a prova de que se fizeram minha carne é que sinto saudade. Ah! Como eu gostaria de voltar para lá, para esse lugar onde as coisas são sempre assim, banhadas por uma luz antiqüíssima a ao mesmo tempo acabada de nascer. Sinto que sou de lá. Estou encantado... Adivinho que sou de um outro mundo.
“É a ‘vida anterior’ que retorna”... Octávio Paz entenderia.
O homem que sorri na janela, como todos, vai passar; e a janela vai apodrecer. A casa vai cair, o forno e o fogão serão abandonados, o carro de boi será encostado e não mais cantará...
Mas os ipês voltarão sempre. Hai-kai, acho que de Bashô:
“Na velha casa que abandonei as cerejeiras florescem”.
Hai-kai mineiro: “Nas saudades de Minas os ipês florescem...”.
O ipê é a eternidade amarela das Minas Gerais que parte sempre e volta sempre. E enquanto os ipês não florescem, permanecem as
fotografias do César Saullo e os poemas do Regis de Morais...


SOBRE OS AUTORES

César Saullo é mineiro de Passa Quatro, nascido em 1952.
Desde cedo fez de sua alma uma “câmara escura” que acolhia belos instantâneos das paisagens e gentes de Minas Gerais. Depois, penetrou os segredos da fotografia maquínica, descobrindo-se uma espécie de poeta do olhar.
Formado em Turismo, fotógrafo e empresário, segue tendo na fotografia algo como um sentido essencial de viver. Tem feito exposições fotográficas, possui vários trabalhos publicados em livros, revistas e jornais. Todo o seu acervo fotográfico encontra-se no Hotel Pousada São Rafael, em Passa Quatro.
Em 2001, passou a ter contato mais próximo e mutuamente frutífero com Regis de Morais – poeta do verso.

Regis de Morais é mineiro, nasceu em Passa Quatro, em 1940.
Desde então, vive um caso de amor com a beleza de sua terra e adjacências.
Não se lembra de quando a poesia estourou pelo seu ser; mas precisou aprender com os grandes mestres a técnica poética.
Formado em Filosofia Social, Doutor em Educação e Livre Docente em Filosofia da Educação, trabalhou em três grandes universidades do Estado de São Paulo.
Em suas freqüentes visitas a Passa Quatro, iniciou fecunda convivência com César Saullo (o poeta do olhar) e seus familiares.
Tem livros muito bem acolhidos pela crítica nas áreas filosófica, sociológica e literária.

FICHA TÉCNICA
Autores: César Saullo e Regis de Morais
Edição:
Data de Publicação: 2008
ISBN: 978-85-99146-46-0
Tamanho: 21 x 21 cm
Nº. de páginas: 80
Gênero: Fotografia / Poesia
Editoras: Carlini&Caniato Editorial
Preço: R$ 48,00
Contatos:
(65)3023-5714/5715
comercial@tantatinta.com.br

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Lista Preliminar de Aves do Estado de Mato Grosso


Preliminary Bird List
of the State of Mato Grosso
Autores: Paulo Boute & Braulio Carlos


Sobre a obra
A Carlini & Caniato Editorial tem satisfação em apoiar este valioso projeto que organiza e divulga, de modo tão profissional, a rica fauna de Mato Grosso. O Estado é um dos mais importantes locais de observação de aves na América do Sul, e atrai cientistas e turistas de todo o globo, um verdadeiro paraíso para a prática de observação de aves.
Esta é uma lista preliminar que não contém nomes populares das aves em português, pois os observadores de aves brasileiros preferem os nomes científicos, já que os nomes populares causam certa confusão, uma vez que o Brasil com seu imenso território faz com que uma mesma ave tenha vários nomes populares.
A distribuição deste material é gratuita.


Ficha Catalográfica
Autores: Paulo Boute & Braulio Carlos
Edição:
Data de Publicação: 2007
Tamanho: 22,7 x 31,5 cm
Nº de páginas: 8
Gênero: Biologia / Turismo
Editora: Carlini & Caniato Editorial
Preço: Obra Gratuita
Contatos:
Editora TantaTinta/Carlini & Caniato
(65) 3023-5714 / 5715 contato@tantatinta.com.br

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Pronto Socorro

O Segundo Diagnóstico
Autora: Iraci Lukenczuk Said

























Da obra
Este livro, baseado em fatos reais, tem como pano de fundo uma instituição de atendimento à urgência e emergência na saúde pública. Esta é a experiência da autora vista por um lado profissional, emocional e humano. Por uma questão de ética, as cenas poderão estar relacionadas com ambientes e cargos diferentes.
O leitor acompanhará os acontecimentos que envolvem a vida e a morte dos pacientes de um pronto-socorro, enquanto a Administração tem seus momentos de glória, derrotas, vaidades, incertezas e omissões, fatos que podem acontecer e acontecem em qualquer pronto-socorro.
A diferença entre viver ou morrer em um pronto-socorro da saúde pública pode ser uma questão de minutos ou de segundos. A rapidez pode estar na mão da equipe médica que atende o paciente ou, muitas vezes, na solução política que antecedeu o procedimento.

Sobre a autora
Iraci Lukenczuk Said
nasceu em Cidade Gaúcha, Paraná, é casada e tem três filhas.É médica com residência em Pediatria, pós-graduação em Medicina do Trabalho e espe-cialização em Gestão Pública.É major médica da Polícia Militar do Estado de Mato Grosso e membro titular da Academia Nacional de Saúde das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares do Brasil, ocupando a cadeira nº 36.
Foi diretora clínica do Hospital e Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá-MT, de 2003 a 2007.


Ficha Técnica
Autor: Iraci Lukenczuk Said
Edição:
Data de Publicação: 2007
ISBN: 978-85-99146-48-4-7
Tamanho: 13,8 x 20,8 cm
Nº de páginas: 144
Gênero: Depoimento
Editoras: Carlini & Caniato
Preço: R$ 22,00
Contatos:
Editora TantaTinta/Carlini & Caniato
(65)3023-5714/5715
comercial@tantatinta.com.br

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Cuyaverá – Cuiabá – A Lontra Brilhante

Autor: Paulo Pitaluga Costa e Silva

























Da obra
Intrigado pelas lendas e estórias que norteiam a origem do nome Cuiabá, o autor mergulha em uma pesquisa histórica e etimológica profunda em busca de fatos, documentos e mapas que comprovem sua origem. Como recompensa pela persistência e dedicação à história, encontra um documento jesuíta do século XVIII referindo-se ao rio Cuiabá como Cuyaverá. Análise etimológica feita por professor de Guarani em Assunção, a palavra Cuyaverá vem de Kyyaverá, significando Lontra Brilhante. Os índios da região observando o pêlo sedoso das lontras refletindo o brilho da luz do sol, denominaram-no de rio da Lontra Brilhante. Posteriormente o autor, através mapas coloniais dos séculos XVII e XVIII comprova a existência dos índios Cuyaberás que viviam às margens do rio da Lontra Brilhante. Assim, o rio Kyyaverá, por evolução fonética passou a denominar o rio e os índios Cuyaverás e, posteriormente, em contração fonética surgiu o nome atual do rio, das minas, da vila e da cidade de Cuiabá.

Sobre o autor
Paulo Pitaluga Costa e Silva
é historiador, sócio efetivo do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso e seu ex-Presidente. Autor de 21 livros já editados acerca da história regional mato-grossense, 4 livros ainda inéditos e mais de 60 artigos publicados em revistas especializadas. Desde 1999, vem coordenando a série Publicações Avulsas, do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso, com 67 títulos publicados, abrangendo reedições de obras, artigos raros e de difícil obtenção. A sua especialização é na história colonial, em especial, no denominado Mato Grosso espanhol dos séculos XVI e XVII.


Ficha Técnica
Autor: Paulo Pitaluga Costa e Silva
Edição: 1ª
Data de Publicação: 2007
ISBN: 978-85-99146-23-1
Tamanho: 15,8 x 22,8 cm
Nº. de páginas: 272
Gênero: História
Editoras: Carlini&Caniato Editorial
Preço: R$ 38,00
Contatos:
(65)3023-5714/5715
comercial@tantatinta.com.br

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Em Busca da Pedra que Brilha como Estrela

Garimpos e Garimpeiros do Alto Paraguai-Diamantino
João Carlos Barrozo

























Da obra
O livro narra as trajetórias de homens, mulheres e crianças que se deslocaram para Mato Grosso, atraídos pelas minas de diamante, ou seja, “Em busca da pedra que brilha como estrela”. Uma cartografia dos movimentos migratórios provenientes, sobretudo, do Norte e Nordeste do Brasil.
Os itinerários revelam-se complexos ao longo dos problemas e das dificuldades pelas quais passam os personagens dessas histórias, muitos deles deixando mãe, pai, filhos e mulheres para trás, reinventando seus próprios destinos.
A obra é uma referência para os estudos sobre as migrações, a mineração em Mato Grosso na primeira metade do século XX e, ainda, o que pode ser seu maior mérito, a formação de novos espaços sociais marcados por relações étnicas e culturais, tema de fundamental importância para a historiografia do Brasil.

Sobre o autor
João Carlos Barrozo
nasceu em Santo Antônio da Patrulha, no Rio Grande do Sul, onde iniciou o curso fundamental, o qual foi concluído no Colégio Santo Inácio, e o secundário no Colégio Catarinense em Florianópolis. Graduou-se em Ciências Sociais na FASP, em São Paulo. Mestre em Sociologia pela UNICAMP, doutor em Sociologia pela UNESP e professor de Sociologia da UFMT desde 1977, é coordenador do Núcleo de Estudos Rurais e Urbanos (NERU), onde desenvolveu várias pesquisas em parceria com os colegas abordando problemas rurais da Amazônia: colonização, relações sociais de produção, migrações, agricultura familiar, etc.
Publicou artigos em periódicos acadêmicos dentro da temática rural. Em parceria com membros do NERU publicou: A Colonização Oficial em Mato Grosso e como autor e organizador, Diamantino: do extrativismo à agricultura moderna.

Ficha Técnica
Autor: João Carlos Barrozo
Edição: 1ª
Data de Publicação: 2007
ISBN: 978-85-327-0232-6 (EdUFMT)
978-85-99146-45-3 (Carlini & Caniato)
Tamanho: 15,8 x 22,8 cm
Nº de páginas: 256
Gênero: História / Sociologia
Editoras: Carlini & Caniato / EdUFMT
Preço: R$ 30,00
Contatos:
Editora TantaTinta / Carlini & Caniato
(65)3023-5714/5715 - comercial@tantatinta.com.br

Fronteiras da Crença

Ocupação do Norte de Mato Grosso após 1970
Vitale Joanoni Neto

























Da obra
Ludibriados pela propagada do governo, muitas famílias sulistas enfrentaram diversidades inimagináveis em busca da “terra prometida” na Amazônia Mato-grossense na década de 70. Rompido o místico e o fantástico, resta a floresta, a hostilidade do meio físico, a diversidade do cotidiano e o impacto da realidade para os primeiros colonos de Juina. Em busca da superação de muitas carências, eles encontram na fé um espaço de apoio, de convivência e de coesão.
Recomendado para estudantes e professores, como para o público interessado pela história recente de Mato Grosso, “Fronteiras da Crença” aborda um importante fato da história recente do Estado e do Brasil, na expansão recente da fronteira amazônica.

Sobre o autor
Vitale Joanoni Neto
é paulista de Bauru, Graduado em História pela Universidade do Sagrado Coração (USC), Mestre em História pela Unesp de Franca e Doutor em História pela Unesp de Assis. Lecionou entre os anos de 1986 e 1996 no ensino fundamental e médio da rede pública e particular no estado de São Paulo, e em 1997 deslocou-se para Cuiabá onde ingressou, por concurso público, no Departamento de História do Instituto de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal de Mato Grosso.
Atualmente leciona História do Brasil Colônia junto ao Curso de Licenciatura e Bacharelado em História, desenvolve pesquisas sobre a ocupação do estado de Mato Grosso, é ProfessorCredenciado junto ao Programa de Pós-Graduação em História e Coordena o Núcleo de Estudos Históricos, além de atividades de extensão e encargos administrativos.

Ficha Técnica
Autor: Vitale Joanoni Neto
Edição: 1ª
Data de Publicação: 2007
ISBN: 978-85-99146-47-7 (Carlini & Caniato)
978-85-327-0260-9 (EdUFMT)
Tamanho: 15,8 x 22,8 cm
Nº de páginas: 256
Gênero: História / Religião / Sociologia
Editoras: Carlini & Caniato / EdUFMT
Preço: R$ 30,00
Contatos:
Editora TantaTinta/Carlini & Caniato
(65)3023-5714/5715 - comercial@tantatinta.com.br

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Uma coleção de 32 postais


Um olhar sobre a mulher Nambiquara

Organizadores: Anna Maria Ribeiro F. Moreira da Costa e
José Eduardo F. Moreira da Costa


Sobre a obra
Essa delicada caixinha é um recorte temático da passagem da expedição chefiada por Cândido Mariano da Silva Rondon em terras Nambiquara. A obra reproduz uma parte do acervo do Museu do Índio, da Fundação Nacional do Índio, e desenhos a nanquim de artefatos do cotidiano (objetos mágicos, lúdicos, de guarda de alimentos e de transporte), em especial, aqueles destinados ao sexo feminino.
As lentes dos fotógrafos-expedicionários Leduc, Thomaz Reis, Benjamin Rondon e José Louro, e os desenhos, registram e enaltecem a beleza étnica da mulher Nambiquara e o modo como os frutos de seu trabalho se manifestam.

Sobre os organizadores
Anna Maria Ribeiro F. Moreira da Costa é graduada em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com especialização e mestrado na mesma área pela universidade Federal de Mato Grosso. Em 1982 chegou a Mato Grosso para trabalhar com os grupos Nambiquara do Cerrado, como professora, onde permaneceu até 1988. Na Fundação Nacional do Índio, em Cuibá, trabalha em pesquisa etno-históricas e no inventário do conjunto documental da instituição.
É membro do Instituto Histórico e Geográfico de mato Grosso e professora do Centro Universitário UNIVAG. Entre os estudos mais recentes sobre os Nambiquara, encontra-se: Senhores da Memória: uma história do Nambiquara do cerrado (2002); Eutímio Kithaulhu: um fragmento da trajetória biográfica de um nambiquara da Chapada dos Precis (2002); Os índios Nambiquara do Cerrado: trabalho, aprendizagem e saber (2004); Primeiro aqui era só índio! Uma contribuição à etno-história nambiquara; Yalanewitisu: o espaço Nambiquara da memória; Hatisu Nambiquara - Lembranças que viraram histórias (2005). Atualmente Anna cursa doutorado em história na Universidade Federal de Pernambuco.
José Eduardo F. Moreira da Costa é Indigenista da Fundação Nacional do Índio desde 1979.
Desse o ano até 1988 morou entre os índios Nambiquara, desenvolvendo atividades direcionadas à auto—sustentação e à garganta territorial. Nos anos seguintes, 1988-1989, conviveu com os índios Potiguara, no Estado da Paraíba, onde realizou estudos sobre cultura material e imaterial. Dessa pesquisa originou-se a obra Potiguara Cultura Material, editada pela Secretaria de Cultura do Estado da Paraíba. Da década de 1990 até a presente data, realiza diversas atividades nas áreas de educação, cultura, meio ambiente e regularização fundiária de diferentes grupos indígenas localizados no Estado de Mato Grosso, dentre eles, o Chiquitano. O trabalho com o povo Chiquitano rendeu a publicação da obra A Coroa do Mundo – religião, território e territorialidade Chiquitano (2006). É bacharel em Geografia pela Universidade Federal de Mato Grosso, especialista em Antropologia Social e mestre em Geografia Cultural pela mesma universidade. Atualmente integra o Grupo de Estudos Regionais Sul-Americanos, da Universidade Federal de mato Grosso.

Edição: 1ª
Data de Publicação: 2007
Tamanho: 10 x 15 x 2 cm
Nº de postais: 32
Gênero: Antropologia e Cultura Indígena
Preço: R$ 25,00
Editora: Carlini & Caniato

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Matemática Financeira Computacional

Autor: Joaquim Eduardo de Moura Nicácio

Sobre a obra
Voltada para alunos, professores e profissionais do mercado, que buscam rápido conhecimento dos conceitos básicos da Matemática Financeira, a obra é munida de material sobre a história da Matemática, simulação de problemas e estudos de caso prático, tudo isso numa abordagem simples e de fácil compreensão.
A metodologia pedagógica propõe o acompanhamento dos estudos pelo programa matemático Maple 10 (ou outra versão dele), apontado pelo autor como uma ferramenta criativa que estimula o aprendizado da disciplina e quebra a frigidez do raciocínio lógico.

Sobre o autor
Joaquim Eduardo de Moura Nicácio é Mestre em Agricultura Tropical, Contador, Pesquisador nas áreas de Contabilometria e Custos Empresariais. Professor no Departamento de Ciências Contábeis da FAECC/UFMT e no Departamento de Matemática da mesma Instituição.
Autor de diversas obras na área da Contabilidade, dentre elas "Introdução à Contabilidade de Custos" (obra esgotada).

Edição: 1ª
Data de Publicação: 2007
ISBN (Carlini & Caniato): 978-85-99146-44-6
ISBN (EdUFMT): 978-85-327-0254-8
Tamanho: 20,8 x 27,6 cm
Nº de páginas: 128
Gênero: Matemática
Editora: Carlini & Caniato / EdUFMT

Contatos:
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(65)3023-5714/5715
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terça-feira, 24 de julho de 2007


Água de Beber no Espaço Urbano de Cuiabá (1790-1886)

Da obra
Neila Maria Souza Barreto convida-nos a caminhar pelo espaço urbano de Cuiabá de outrora para observarmos como os rios, os córregos, as fontes, os chafarizes, indistintamente saciavam a sede dos escravos, dos pobres livres urbanos e dos homens e mulheres da elite, apontando-nos os instrumentos que eram utilizados para o transporte e posterior uso da água, como as carroças, as pipas e os bois. Leva-nos também aos espaços aos quais a autora denominou de Espaços Privilegiados de Água Potável Urbana, onde as primeiras penas d’água finalmente foram instaladas em Cuiabá, já no final do século XIX, especificamente no ano de 1886.

Sobre a autora
Neila Maria Souza Barreto
Professora, jornalista, especialista em Didática, Metodologia do Ensino Superior e Ciências Políticas, mestre em História.
É autora dos textos e artigos: A Água e o Corpo, A Torneira e a Água, Água Sagrada e Chafariz, Educação pela Água, Proseando com Licínio, resgate de História, Rio Cuiabá: Feliz ou Infeliz?, São João e a Água, 15 Anos de História do SIPROTAF, Doutor Paraná: Mato Grosso perde um Homem e a História ganha uma Memória, Dos Corpos a Pitometria da Cidade e As Lavadeiras Cuiabanas, em conjunto com o prof. Dr. Otávio Canavarros. Co-autora do livro Cinqüenta Anos de História do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso 1953-2003, co-autora na pesquisa da História do Tribunal de Justiça do Estado de MT, 2004. Autora da Genealogia do Pe. Ernesto Camilo Barreto, 90 Anos da Drª Maria Barata Corrêa da Costa - 2005, História da Barra do Pari - 2006 e dos Projetos de Pesquisa do Grande Oriente do Brasil-MT, do Parque Municipal Dante Martins de Oliveira no Ribeirão do Lipa, Projeto Histórico do Memorial da Água, do Museu da Água do Morro da Caixa d`Água Velha e do Projeto Histórico do Parque Municipal da Água.
Atualmente pesquisa a História do Saneamento em Mato Grosso, é assessora de Comunicação Social da Companhia de Saneamento da Capital - Sanecap, e professora da rede estadual de ensino de Cuiabá.

Edição: 1ª
Data de Publicação: 2007
ISBN: 978-85-99146-16-3
Tamanho: 17 x 24 cm
Nº de páginas: 160
Gênero: História
Editoras: Carlini & Caniato
Preço: R$
Contatos:
Editora TantaTinta/Carlini & Caniato
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Arte na Rua – o imperativo da natureza

Sobre a obra
As exposições das artes plásticas em lugares públicos de Cuiabá, iniciadas na década de oitenta, criam uma nova relação conceitual entre o cidadão e a arte local. Desta forma, a estreita aliança entre a arte e a identidade cultural cuiabana, produzida pelo apelo visual das obras veiculadas, é o principal tema desse livro.
Em que momento o epigonismo, ou seja, o uso/abuso de imagens e de modos de compor que eram identidade cultural transformam-se em clichês?
Para responder a esta pergunta a autora propõe que o leitor se dispa dos paradigmas culturais cuiabanos e avalie os valores expressados nestas exposições como um turista que chega a Cuiabá pela primeira vez e se depara com as artes estampadas nos muros e viadutos da cidade.

Sobre o autor
Suzana Cristina Souza Guimarães
graduou-se e concluiu Mestrado em História pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Lecionou no Departamento de História da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT) e da UFMT. Atualmente é doutoranda em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)

Edição: 1ª
Data de Publicação: 2007
ISBN (Carlini & Caniato): 978-85-99146-38-5
ISBN (EdUFMT): 978-85-327-0231-9
Tamanho: 20,8 x 13,8 cm
Nº de páginas: 208
Gênero: Tese – Dissertação (Artes Plásticas)
Editora: Carlini & Caniato / EdUFMT
Preço: R$
Contatos:
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quinta-feira, 31 de maio de 2007


De Criança a Aluno - As representações da escolarização da infância em Mato Grosso (1910-1927)

Autora: Elizabeth Figueiredo de Sá

Obra
A obra entra no universo das crianças, na realidade da sua existência, enquanto ser escolarizado ou afastado da escola, através do trabalho infantil, da pobreza ou do abandono. No varrer do olhar por essa realidade, quer através das estatísticas, das etnias e do seu quotidiano, das brincadeiras infantis, o confronto entre a vida nas grandes cidades e no interior, a contextualização política e social, os currículos com os ritmos que instauram, o elenco dos materiais que equipavam as escolas, a arquitetura na relação que mantém com a organização pedagógica do espaço e os métodos de ensino das aprendizagens básicas está, do nosso ponto de vista, o interesse principal deste trabalho. Abandonando uma visão circunscrita e linear aventura-se na complexidade do real para tecer a urdidura em que escola e criança se encontram e desencontram, ontem como hoje.


Sobre o autora
Elizabeth Figueiredo de Sá é Pedagoga, Mestre em Educação pela Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT (2000) e Doutora em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo - USP. Estagiou na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, Portugal (2004) e atualmente atua como pesquisadora do Grupo Educação & Memória, vinculado à Pós-Graduação em Educação, área da História da Educação - UFMT (GEM) e do Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas em História da Educação da Faculdade de Educação - USP (NIEPHE-FEUSP). Publicou Escola Normal de Cuiabá: História da Formação de Professores em Mato Grosso (2006), e possui artigos em diversos periódicos na área da História da Educação.

Edição: 1ª
Data de Publicação: 2007
ISBN: 978-85-99146-37-8 (Carlini & Caniato) 978-85-327-0223-4 (EdUFMT)
Tamanho: 13,8 x 20,8 cm
Nº de páginas: 232
Gênero: História, Política em Mato Grosso
Editoras: Carlini & Caniato
Preço: R$

Contatos:
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segunda-feira, 7 de maio de 2007

Sonhos e Pesadelos da História

Organizadores: Fernando Tadeu de Miranda Borgese Maria Adenir Peraro

Da obra
Na história do mundo, tanto o sonho quanto o pesadelo andam quase que juntos. Sonhos e Pesadelos na História não se fixa num tempo, mas em todos os tempos históricos, portanto, de forma temporal e atemporal, com a intenção de dissecar a cultura do encanto-desencanto, diante de desafios e incertezas em meio a um permanente estado de guerra.
Sonhos de igualdade, pesadelos da exclusão; sonhos de democracia, pesadelos das ditaduras; sonhos de liberdade, pesadelos da escravidão; sonhos de vida, pesadelos da morte; sonhos de paz, pesadelos da guerra; dualidade contraditória em que uma se nutre da outra.
Discutir a presença do sonho e/ou do pesadelo foi o propósito maior para reunir nesta coletânea pesquisadores que, de uma forma ou de outra, vêm se ocupando com a questão.

Sobre os organizadores

Fernando Tadeu de Miranda Borges nasceu em Cuia­bá, Mato Grosso, Brasil. Gradua­do em Economia e Especialista em Economia Agrária pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Mestre em Economia pela FEA-USP e Doutor em História Social pela FFLCH-USP. Coordenador da Editora da UFMT (EdUFMT) entre os anos de 1992 a 1998. Professor do Departamento de Economia e nos Mestrados em Economia e História da UFMT. Professor Presencial do Curso de Especialização em Desenvolvimento Regional Sustentável do Banco do Brasil (DRS-BB), na modalidade Educação a Distância. Integra os Grupos de Pesquisa: Família e Política em Mato Grosso: séculos XIX e XX, da UFMS e Gênero, Famílias e Memória, da UFMT. Diretor Sócio-Cultural da Associação de Docentes da UFMT (ADUFMAT). Membro da Equipe de Colunistas do Conselho Federal de Economia (COFECON). Publicações: Do Extrativismo à Pecuá­ria: Algumas Observações sobre a História Econômica de Mato Grosso. 1870-1930 (3ª ed. rev., São Paulo: Scortecci, 2001), Economia Brasileira: Posições Extremas (Cuiabá: Genus, 1992) e Esperando o Trem: Sonhos e Esperanças de Cuiabá (São Paulo: Scortecci, 2005). Organizador da Coletânea Mulheres e Famílias no Brasil. (Cuiabá: Carlini e Caniato Editorial, 2005).

Maria Adenir Peraro nasceu em Apucarana, Paraná, Brasil. Graduada em História pela Universidade Estadual de Maringá (UEM). Mestre e Doutora em História do Brasil pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Professora do Departamento de História e no Mestrado em História da UFMT. Coordenadora do Mestrado em História da UFMT, nos anos de 2002, 2003 e primeiro semestre de 2004. Líder do Grupo de Pesquisa registrado no Diretório do CNPq: Gênero, Famílias e Memória. Membro do Conselho Consultivo da Revista de História do CEDHAL- Centro de Estudos de Demografia Histórica da América Latina/USP. Atualmente coordena o projeto denominado: Recuperação e digitalização dos microfilmes do acervo do Arquivo da Cúria Metropolitana de Cuiabá (1756-1956). Publicações: Bastardos do Império: Família e sociedade em Mato Grosso na segunda metade do século XIX. (São Paulo: Contexto, 2001); A população urbana de Cuiabá em 1890, CD-ROM (Cuiabá:­ EdUFMT, 2005). Co-autora dos livros: Memória da Igreja em Mato Grosso: o arquivo da Cúria Metropolitana de Cuiabá. Catálogo de Documentos Históricos (Cuiabá: Entrelinhas, 2002) e Cinqüenta Anos de História do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso 1953-2003 (Cuiabá: Tanta Tinta - Carlini & Caniato, 2004). Organizadora da Coletânea Mulheres e Famílias no Brasil. (Cuiabá: Carlini & Caniato Editorial, 2005).

Edição: 1ª
Data de Publicação: 2006
ISBN: 85-99146-33-5 Carlini &Caniato 85-327-0199-X (EdUFMT)
Tamanho: 15,8 x 22,8 cm
Nº de páginas: 360
Gênero: História
Editoras: Carlini &Caniato e EdUFMT
Preço: R$ 35.00
Contatos:
Editora TantaTinta/Carlini & Caniato
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